quinta-feira, 24 de junho de 2010

"O exercício diário mais difícil a um ser humano é aprender a lidar com as diferenças e defeitos dos outros."

Carol Berto,
filha do Verbo.

sábado, 29 de maio de 2010

O amor de Jesus



Ouvi algo no seminário que senti muita vontade de compartilhar.
-Sobre o amor de Jesus por nós. -

Nós, Cristãos, sabemos que Ele nos ama, mas não entendemos – muitas vezes- como é grande esse amor e o quanto esse amor fez e faz toda a diferença nas nossas vidas.
Porque pode parecer repetitivo, mas eu não me importo de repetir quantas vezes forem necessárias.
Se não fosse por Ele, nós não estaríamos aqui hoje.
E algo que me chamou muita atenção no que o professor disse (e que talvez eu já tenho ouvido antes, mas nunca atentei para essa verdade da forma como aconteceu desta vez), foi que Jesus poderia ter escolhido não ser quem Ele é.
Ele poderia não ter vindo em carne, como homem ao mundo.
Ele poderia não ter sido o homem humilde que foi.
Ele poderia não ter aceitado tanta humilhação.
Ele poderia ter escolhido pecar.
Ele poderia ter escolhido não sentir tanta dor como sentiu.
O que é muito difícil entendermos, é que Ele era Deus, sim. Mas Ele veio ao mundo em carne e estava sujeito aos mesmos pecados que nós.

Quando Satanás tentou a Ele no deserto, foi porque sabia que Ele estava em carne e se estava em carne poderia - se quisesse - pecar.

Mas Ele não o fez. Ele não pecou, Ele obedeceu ao Pai, Ele nos amou.
E se nós, ainda achamos que era fácil pra Ele porque era Deus, saiba que nesse momento anulamos todo sacrifício que Ele fez por nós.




Carol Berto,


filha do Verbo!

O primeiro trimestre

Iniciando a história da Zoe.
Como toda mulher que se relaciona sexualmente com um parceiro quando percebe que a mestruação atrasou 4,3 ou 2 dias, é gritante a dúvida de uma gravidez. Eu, mulher, nessas condições, não fugi a regra.
Conversei com meu namorado que pediu que eu ficasse tranqüila e esperasse mais alguns dias.
No dia seguinte, ao quinto dia de atraso, estava na biblioteca da minha faculdade, onde trabalhava como bolsista e senti um enjôo.
Liguei para o meu chefe e pedi para sair mais cedo, ele me autorizou e eu fui direto para casa do meu namorado, contei o que havia acontecido e disse a ele que sabia que estava grávida.
Ele chegou a me questionar, perguntando como eu tinha tanta certeza, se eu só tinha tido um enjôo.
Sem saber responder como eu tinha tanta certeza, mas com ela dentro de mim, sugeri que fôssemos comprar um teste de farmácia.
Compramos e o teste deu positivo.
Fiquei muito nervosa. Até mais do que meu namorado. Ou talvez só tenha demonstrado mais que ele.
Resolvemos ainda assim fazer o exame de Beta HCG.
No dia seguinte, conversei com minha mãe e contei a ela sobre a minha desconfiança e disse que faria o exame de sangue para ter certeza.
Fiz o exame, que também deu positivo.
E daí pra frente era encarar a realidade e levar vida da forma como deveria ser.
Depois que nossos pais ficaram sabendo, já podíamos contar pra algumas pessoas.
Meus amigos e família receberam muito bem. Pude perceber o quanto meu filho ou filha seria querido.

Nesses meses os enjôos são freqüentes para algumas pessoas e comigo era exatamente dessa forma.
Não conseguia comer nada, sentir cheiro de nada. Poucas eram as coisas que eu conseguia comer e não enjoava depois.
Não tinha a menor disposição nesses meses e o sono me consumia.
Na primeira consulta que fomos, a médica me falou sobre enjôos e o possível sono que eu poderia sentir no primeiro trimestre.
Fiz a ultra e ela me disse quanto tempo eu tinha de gestação. 6 semanas. Estávamos em outubro de 2008.
Eu ainda me fazia algumas perguntas, algumas preocupações dormiam e acordavam comigo e eu ainda me sentia perdida, apesar de feliz.
Trabalhar e estudar era tão difícil nessa época, porque na parte da manhã e tarde os enjôos eram freqüentes e na parte da noite, o horário que eu estudava já não tinha mais nenhuma disposição e a vontade de chegar em casa e dormir eram maiores do que qualquer coisa.
Aos 2 meses e algumas semanas de gestação, por indicação de uma colega, escolhemos onde eu faria o pré-natal.
E depois dessas primeiras preocupações, que são de extrema importância logo no início da gestação, -para quem descobri logo no início, como eu- acredito que começamos a curtir mais essa fase da vida tão importante e que deve ser curtida, porque não há como voltar atrás depois.
Ainda que você tenho um outro filho, -como eu li muito nos livros para grávidas- nenhuma gestação é igual a outra.
E cada filho deve ter seu carinho e sua atenção desde a gestação.
Carol berto,
escrevo logo existo!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Bebê a bordo


Curioso como as meninas já crescem pensando em ser mãe, sonhando em casar.
Vemos isso pelas suas brincadeiras preferidas; casinha, mãe e filha.
Eu mesma sempre brinquei muito disso. Sempre foi uma das minhas brincadeiras preferidas.
E eu também sempre sonhei em casar e ter filhos.
Na adolescência sempre pensava no dia em que me casaria e teria filhos. Mas na verdade casar sempre foi um sonho maior do que o de ser mãe.
Levava horas planejando, sonhando como seria minha casa, a forma como eu administraria, dentre outras coisas.
Interessante que depois dos 18 anos a vontade de ser mãe já era tão grande quanto a vontade de casar.

Aos 22 anos e com quase 4 anos de namoro, descobri que estava grávida.
No início fiquei muito preocupada, afinal estava namorando e apesar de ter um relacionamento ótimo com planos de casamento, não era exatamente a hora de assumir esse tipo de responsabilidade.
Estávamos os dois cursando o 4° período de psicologia e com muitos sonhos a realizar.
Não que seja impossível realizar sonhos depois de ter um filho antes da hora planejada, sobretudo é necessário muito esforço e perseverança para alcançar projetos, metas e ter os mesmos planos de crescimento pessoal.
Afinal você não será o único dependente dos seus próprios esforços, agora outra pessoa também dependerá disso.
Algumas vezes será necessário abrir mão de algumas coisas e atrasar outras.
Ressalto. Será necessário perseverança.
E quando se tem um relacionamento é necessário pensar se darão um passo a frente, pra que seja formado uma família ou não.
Isso é muito importante.

Mas nada que você tenha que se precipitar, tomando uma atitude tão séria, sem saber se é aquilo mesmo que vocês querem ou não.

Vale pensar muito no assunto, pra que tentando acertar não tomem atitudes que piorem as coisas...


Carol Berto,

Escrevo, logo existo!

sábado, 15 de maio de 2010

Comprometidos com a graça.

Repensando o tempo que tenho no meio eclesiástico, o tempo que estive fora dele e o tempo que tenho de volta, atento para a diversidade de pessoas que também fazem parte deste grupo.
Algumas comprometidas com Deus, pela graça; algumas nem tanto e outras nada.
Imagino o quanto deve ser cansativo para algumas pessoas vivem anos na igreja, congregando, ouvindo a palavra de Deus que é a Verdade, participando de ministérios e até sendo visitadas pelo Espírito Santo algumas vezes, mas vivendo o mesmo estilo de vida que vivia antes, sem nenhuma novidade de vida, sem nascer de novo ou sem experiências que as aproximam de Deus e da sua vontade.
A palavra de Deus nos mostra que Ele tem interesse em nos abençoar muito mais do que pedimos ou pensamos. Nos fala sobre os dons do Espírito Santo e nos orienta a pedi-los, que uma vez dado, nos trás uma mudança de vida.
E o que acontece com alguns cristãos? - Ouso perguntar com a maioria de nós.
Cremos que Deus é justo e que Ele tem cuidado de nós, mas nos acomodamos em viver a nossa vida, achando que ir aos cultos 2 ou 3 vezes na semana, fazer parte de um ministério é viver o Evangelho.
Não é esse evangelho que a bíblia nos mostra e que Deus proporciona a quem se compromete com Ele pela graça de Jesus.
Viver um evangelho pleno é verdadeiramente – apesar de parecer redundante – morrer pra nós mesmos. Pra nossas vontades, querer, desejos, intenções do mal e tantas outras coisas que nos afastam ou simplesmente não nos aproximam de Jesus.
Viver um evangelho pleno é viver a vida abundante que o Senhor nos oferece através da sua palavra.


Carol Berto,

filha do Verbo.

domingo, 11 de abril de 2010



Deus tem cuidado de nós.

Carol Berto,
filha do Verbo.

quarta-feira, 24 de março de 2010

A falta que ela me faz


Comecei a trabalhar e percebo o quanto ela sente minha falta.
Sinto muito estar longe dela também, mas...
Eu sei dizer isso e também sei que mesmo sentindo muito a sua falta é necessário que eu trabalhe agora.
Mas e ela? Ela não sabe falar que sente minha falta e menos ainda sabe que é necessário trabalhar.
Então a forma dela se expressar é tão intensa que as vezes fala mais do que eu mesma que sei usar as palavras.
Quando estou perto ela me abraça, abre a boquinha pra me beijar, se eu saio de perto ela expressa a saudade com gritos e choros, como se achasse que seria 'aquele o momento de eu ir' e se eu volto imediatamente cessa o choro.
Se ela está no meu colo e eu passo para outra pessoa, ela reclama, as vezes choro mostrando certa indignação.
As vezes sinto que ela tem vontade de dizer: "Poxa! você já fica tanto tempo do dia longe de mim, agora ainda quer passar a bola pra outro?"
Quando eu chego, as vezes ela sorri, mas na maioria das vezes já choraminga com todo aquele charme que só ela tem.
Mas aos poucos sinto que ela tem se acostumado, mesmo não entendendo e quem sabe não aceitando a minha ausência. Sobretudo é por ela também, na verdade mais por ela do que por mim mesma.
Um dia eu vou explicar e ela entenderá.
Espero que sejamos amigas, cúmplices...Somos mãe e filha e o amor que carregaremos nos bastará.


Carol Berto,
Escrevo, logo existo!


Porque ao invés de perdermos tempo apontando quem vai ou não para o céu,

não ensinamos o caminho da Graça de Deus em Cristo em amor, paz e com a alegria que o Espirito Santo nos dá?!





Carol Berto,


filha do Verbo.

quarta-feira, 17 de março de 2010

no seminário Semeador



"Fé (muitas vezes) é obedecer sem entender.

Os atos de obediência encurtam a distância entre o milagre (que você espera)."



filha do verbo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Lucas 19:20


Escrevo, logo existo!

domingo, 7 de março de 2010

no seminário



"Aquilo que você alimenta, cresce.
E tudo o que você deixa de alimentar, morre!"



filha do Verbo.

sexta-feira, 5 de março de 2010

em uma Ministração







..."Não existe lugar melhor para se reconciliar com Deus, do que na casa de Deus."



filha do Verbo.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Encontrei abrigo no deserto

A alguns meses atrás postei algo que dizia "Procurando abrigo no meu grande e interminável deserto."

Eu achei esse abrigo e ele é bastante aconchegante.

Lá eu encontrei comida e tenho me alimentado.

Eu encontrei água e tenho matado minha sede. Mesmo querendo sempre outro copo, outra garrafa.

Afinal, são muitos dias no deserto.

Eu tenho conseguido me aquecer a noite.

Próximo ao abrigo as árvores dão frutos. Temos água para regá-las.

Eu falo e sou ouvida, peço e sou atendida.

Eu O encontrei lá. Me reconciliei com Ele e Ele tem me mostrado o seu amor.

Eu me sinto em Paz.




Carol Berto.


filha do Verbo.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Satisfação

Bom! To aqui porque devo uma satisfação a vocês que acompanham meu blog, minha vida, enfim...
Independente de quem seja. Conhecidos ou não; todos queridos.

E eu to bastante ausente como andei escrevendo em uma das minhas postagens.
Mas é que de fato meu tempo quase que integral é da minha flor, minha pequena, minha princesa. E olha! Confesso a você que é bom demais.
Aí não tenho tido tanto tempo assim pra escrever.
É que também na verdade gosto muito de escrever a noite e agora que ela tem dormido cedo.
Tive que mudar um pouco essa rotina dela.
Eu quero voltar a trabalhar e estudar, então ela tem começar a dormir cedo, ir acostumando.
As coisas tem que começar a entrar no eixo ?
Afinal de contas esse serzinho que morou durante 9 meses na minha barriga e que agora já tem 7 meses pintando, bordando e roubando todas as atenções pra si, tem que perceber que papai e mamãe tem o controle das coisas.
Mas... Ela é ímpar.
Maravilhosa!
Então sacaram ?
Por isso que eu ando tão distante.
Mas como sempre escrevo, vou tentar estar mais por aqui.
Por mim, sabe?
Me sinto bem.
Aqui eu desabafo, sonho, escrevo minhas verdades e quem sabe minhas mentiras e isso é bom demais.
Então é isso.
Fui.


Carol Berto.
Escrevo, logo existo!