Iniciando a história da Zoe.
Como toda mulher que se relaciona sexualmente com um parceiro quando percebe que a mestruação atrasou 4,3 ou 2 dias, é gritante a dúvida de uma gravidez. Eu, mulher, nessas condições, não fugi a regra.
Conversei com meu namorado que pediu que eu ficasse tranqüila e esperasse mais alguns dias.
No dia seguinte, ao quinto dia de atraso, estava na biblioteca da minha faculdade, onde trabalhava como bolsista e senti um enjôo.
Liguei para o meu chefe e pedi para sair mais cedo, ele me autorizou e eu fui direto para casa do meu namorado, contei o que havia acontecido e disse a ele que sabia que estava grávida.
Ele chegou a me questionar, perguntando como eu tinha tanta certeza, se eu só tinha tido um enjôo.
Sem saber responder como eu tinha tanta certeza, mas com ela dentro de mim, sugeri que fôssemos comprar um teste de farmácia.
Compramos e o teste deu positivo.
Fiquei muito nervosa. Até mais do que meu namorado. Ou talvez só tenha demonstrado mais que ele.
Resolvemos ainda assim fazer o exame de Beta HCG.
No dia seguinte, conversei com minha mãe e contei a ela sobre a minha desconfiança e disse que faria o exame de sangue para ter certeza.
Fiz o exame, que também deu positivo.
E daí pra frente era encarar a realidade e levar vida da forma como deveria ser.
Depois que nossos pais ficaram sabendo, já podíamos contar pra algumas pessoas.
Meus amigos e família receberam muito bem. Pude perceber o quanto meu filho ou filha seria querido.
Como toda mulher que se relaciona sexualmente com um parceiro quando percebe que a mestruação atrasou 4,3 ou 2 dias, é gritante a dúvida de uma gravidez. Eu, mulher, nessas condições, não fugi a regra.
Conversei com meu namorado que pediu que eu ficasse tranqüila e esperasse mais alguns dias.
No dia seguinte, ao quinto dia de atraso, estava na biblioteca da minha faculdade, onde trabalhava como bolsista e senti um enjôo.
Liguei para o meu chefe e pedi para sair mais cedo, ele me autorizou e eu fui direto para casa do meu namorado, contei o que havia acontecido e disse a ele que sabia que estava grávida.
Ele chegou a me questionar, perguntando como eu tinha tanta certeza, se eu só tinha tido um enjôo.
Sem saber responder como eu tinha tanta certeza, mas com ela dentro de mim, sugeri que fôssemos comprar um teste de farmácia.
Compramos e o teste deu positivo.
Fiquei muito nervosa. Até mais do que meu namorado. Ou talvez só tenha demonstrado mais que ele.
Resolvemos ainda assim fazer o exame de Beta HCG.
No dia seguinte, conversei com minha mãe e contei a ela sobre a minha desconfiança e disse que faria o exame de sangue para ter certeza.
Fiz o exame, que também deu positivo.
E daí pra frente era encarar a realidade e levar vida da forma como deveria ser.
Depois que nossos pais ficaram sabendo, já podíamos contar pra algumas pessoas.
Meus amigos e família receberam muito bem. Pude perceber o quanto meu filho ou filha seria querido.
Nesses meses os enjôos são freqüentes para algumas pessoas e comigo era exatamente dessa forma.
Não conseguia comer nada, sentir cheiro de nada. Poucas eram as coisas que eu conseguia comer e não enjoava depois.
Não tinha a menor disposição nesses meses e o sono me consumia.
Na primeira consulta que fomos, a médica me falou sobre enjôos e o possível sono que eu poderia sentir no primeiro trimestre.
Fiz a ultra e ela me disse quanto tempo eu tinha de gestação. 6 semanas. Estávamos em outubro de 2008.
Eu ainda me fazia algumas perguntas, algumas preocupações dormiam e acordavam comigo e eu ainda me sentia perdida, apesar de feliz.
Trabalhar e estudar era tão difícil nessa época, porque na parte da manhã e tarde os enjôos eram freqüentes e na parte da noite, o horário que eu estudava já não tinha mais nenhuma disposição e a vontade de chegar em casa e dormir eram maiores do que qualquer coisa.
Aos 2 meses e algumas semanas de gestação, por indicação de uma colega, escolhemos onde eu faria o pré-natal.
E depois dessas primeiras preocupações, que são de extrema importância logo no início da gestação, -para quem descobri logo no início, como eu- acredito que começamos a curtir mais essa fase da vida tão importante e que deve ser curtida, porque não há como voltar atrás depois.
Ainda que você tenho um outro filho, -como eu li muito nos livros para grávidas- nenhuma gestação é igual a outra.
E cada filho deve ter seu carinho e sua atenção desde a gestação.
Carol berto,
escrevo logo existo!

