
terça-feira, 31 de maio de 2011
Medo

sexta-feira, 27 de maio de 2011
Minha vida sem Deus
Outro dia me surpreendi me perguntando como seria minha vida se eu não acreditasse em Deus. Em termos positivos, quis saber a respeito da função de Deus em minha vida (já sei, você vai dizer que reduzi deus a uma coisa e estabeleci com ele uma relação mecânica e funcional, mas deixa pra lá, você vai ver que não é isso, só estou usando a melhor palavra que achei). O primeiro impulso foi na direção da questão ética: Deus é minha matriz de certo e errado, bem e mal. Há muita coisa que faço e deixo de fazer na vida por acreditar que Deus é um padrão a ser seguido ou obedecido, não necessariamente por causa de Deus em si, mas a bem de quem o obedece ou segue: algo como seguir as orientações de um manual de instruções – você pode fazer do seu jeito, mas a coisa não vai funcionar, e o resultado não é que o manual vai ficar triste ou bravo com você, mas que a coisa não vai funcionar mesmo. Logo depois desta conclusão rápida, me pareceu óbvio que Deus não seria a única alternativa para que eu tivesse uma orientação ética: os ateus e agnósticos também têm sua ética. O passo seguinte foi imaginar que outra função Deus ocuparia em minha vida além da referência ética.
(Ed René Kivitz)
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Caiu, levanta!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Tempo de paz!

sexta-feira, 20 de maio de 2011
O que realmente queremos!

Triste como a gente acredita amar alguém durante tanto tempo e diante de algumas coisas entendemos que o que realmente amávamos era a nossa idéia de como aquela pessoa era, a ilusão de como queríamos que ela fosse e a vontade que temos de que ela nos ame também!
Sei que parece desanimador, mas (em muitos casos) é a realidade nua e crua. E infelizmente na maioria das vezes também só nos damos conta disso, quando já é tarde!
Quando já estamos decepcionados, frustrados, magoados, arrependidos. Experimentando todo e qualquer tipo de sentimento que se pudéssemos escolher, certamente não sentiríamos. Certamente não escolheríamos!
A verdade é que amamos ser amado e não necessariamente alguém que nos ame. Amamos nos sentir especial, querido, protegido, cuidado (no caso principalmente de nós, mulheres). Amamos elogios, presentes, lembranças, bilhetes (no espelho ou no papel), passeio de mãos dadas, maçãs do rosto rosadas, risadas e acredite! Até lágrimas. Apaixonadas, claro!
Infelizmente (outra vez), na maioria das vezes, não sabemos entender que na verdade é isso que gostamos, que curtimos, que nos faz bem, saudável emocionalmente e felizes! Mas insistimos em idealizar alguém que faça todas essas coisas, ou a metade delas e no meio da história e/ou relação começamos a aceitar que a pessoa faça menos que a metade destas coisas, duas coisas apenas, uma... Nada! (Porque estamos anestesiadas com a idéia de ser ele e não estas coisas que nos fazem bem).
E então mais uma vez nos negamos, nos privamos, nos enganamos, adoecemos até que um dia possamos compreender o que realmente queremos! O que realmente nos faz bem! (Ou não. Existem pessoas que levam uma vida toda não entendendo ou preferindo negar tudo isso também). E quando compreendemos, é porque já estamos feridos demais ou já estamos arrependidos demais!
Uma pena! Eu, honestamente, lamento demais tudo isso! As coisas e pessoas poderiam ser bem mais simples e um pouco mais inteligentes!
Lamento mais ainda por fazer parte deste grupo!
Carol Berto,
Escrevo, logo existo!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Desculpe!

Não é que eu queira revirar um passado, não!
Não é que eu queira me aventurar em tornar lembranças de um passado belo em qualquer outra coisa que possa acontecer, não!
Não é que eu queira trazer a tona arrependimentos de escolhas, não!
Não há mais tempo para isso!
Não é que eu queira tornar aquele passado bem distante, já quase esquecido (mas não em mim, nem em você) em presente.
As escolhas já foram feitas a muito tempo.
Quando ainda era possível fazê-las.
Agora é tarde!
Desculpe! Eu não conseguia enxergar o futuro!
Desculpe! Você tentou me impedir, mas... Estava vislumbrada!
Desculpe ter arriscado e colocado a perder tudo o que havíamos construído (em nós).
Desculpe não ter enxergado o quanto nos fazíamos bem!
Desculpe por ter ido!
Desculpe pelo sofrimento que lhe causei!
Desculpe por me ver sofrer a conseqüência desta escolha!
Desculpe por ter tornado nossos mundos tão distantes a ponto de não podermos mais!
As nossas lembranças serão eternizadas em mim! Quanto a isso não há condenação!
Eu guardo o melhor de você! Eu guardo você mim!
