Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


A alegria humana não se compara a paz que excede a todo entendimento!


Carol Berto
Escrevo, logo existo!

Por causa da Cruz


É por causa da Cruz que eu continuo aqui!
É por causa da Cruz que eu não paro!
É por causa da cruz que eu creio!
Sem a cruz tudo é muito mais difícil...
Por causa dela eu vejo que ainda dá.
Porque não foi em vão tudo que Ele levou sobre Si.
Por causa da Cruz eu prossigo para o alvo e quando me sinto cansada e só, olho pra ela e sou renovada e constrangida a me manter de pé.
Por causa da Cruz eu sou livre, vivo e danço sobre toda a dor!

Carol Berto
Escrevo, logo existo!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

"A alegria do Senhor é a nossa força!"

(Neemia 8:10)

As vezes, nós, cristãos, nos pegamos tão sem forças...

Sem forças para orar.

Sem forças para esperar.

Sem forças para crer.

Sem forças para admitirmos e convertermos as mentiras em verdades.

Sem forças para guardar as verdades.

Sem forças para perseverar.

Sem forças para prosseguir.

Sem forças para se arrepender.

Sem forças para pedir perdão.

Sem forças para adorar.

Sem forças para amar.

Sem forças para resistir.

Sem forças para pedir ajuda.

Sem forças até para admitir isso para Deus e para uma outra pessoa.

Já me senti assim tantas vezes e por muitas vezes, sozinha achei que não fosse conseguir voltar atrás e lembrar onde começou para conseguir recomeçar.

Realmente sozinhos não conseguimos. Não mesmo.

Até para isso precisamos do Espírito Santo.

A bíblia nos diz que nós nem sabemos orar como convém.

Imagine mais o que não conseguimos sem ajuda dEle.

Mais até do que pensamos!

Já tive a impressão muitas vezes até de que a minha oração não passava do teto.

E caso eu estivesse orando em algum lugar aberto, ainda assim parecia que ela não passava do teto. Mesmo sem um de fato.

Acredito que esta sensação acontece porque nos sentimos tão afastado, tão distantes, tão fracos, tão sem forças a ponto de nós mesmos criarmos um teto, uma barreira que impeça a nossa oração de subir até onde ela deveria chegar.

Mas ao escrever estas linhas penso da seguinte maneira:

Será que estamos sendo sinceros?

Será que estamos expondo as nossas lepras sem capas, sem máscaras, sem metiras diante do único que pode nos curar?

Ou escondemos algo a ponto de entristce-lo?

Só pelo fato dEle conhecer o nosso coração.

A bíblia nos garante a dor que o Espírito Santo sente por nós, pelas nossas vidas.

Nos fala do seu gemido inexprimível.

Imagina quando não somos verdadeiros, quando não nos rasgamos, quando fantasiamos ou maquiamos as coisas diante do Senhor.

Isso se conseguimos chegar diante dEle desta forma!

Ele nos formou. Conhece as nossas verdades, mentiras, dores, anseios, medos...

Não há nada que fique oculto aos Seus olhos.

Outro dia conversando com uma amiga a respeito desta 'fraqueza' espiritual, o Espírito trouxe uma palavra a minha lembrança.

"A alegria do Senhor é a nossa força!"

Pronto!

A palavra de Deus é revelada a nós todos dias de forma tão simples!

Basta abrirmos o nosso coração e mente para receber suas verdades e elas 'milagrosamente' surgem.

Mas é interessante e necessário pensarmos que estas coisas já foram escritas a muito tempo.

Então foram reveladas a muito tempo também.

Somos nós que tampamos nossos olhos para ver ou preferimos acreditar em mentiras ou enganos do nosso próprio coração.

Baseado nisso cheguei a conclusão (já óbvia) de que se estou fraca (não a fraqueza emocional - que até nos aproxima de Deus) espiritualmente é porque não tenho chegado até Deus da forma como deveria.

Se estou fraca é porque não tenho exposto as minhas verdades, lepras, medos, inseguranças, ansiedades, tristezas, até felicidades diante dEle pra que Ele me cure e me traga a paz.

Se estou fraca é porque não tenho louvado, engrandecido, honrado e/ou adorado ao único que é digno de receber.

Se estou fraca é porque mesmo conhecendo a vontade de Deus e sabendo exatamente o que devo fazer, faço ao contrário, desobedecendo a sua voz e/ou a sua palavra.

Se estou fraca é porque tenho idolatrado coisas ou pessoas. Porque quando coloco alguém ou algo como prioridade na minha vida, estou colocando isto ou este no lugar que é de Deus.

E isso acontece com atitudes e pensamentos.

Se estou fraca é porque não tenho alegrado o Coração de Deus.


Carol Berto,

Escrevo, logo existo!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Eu não posso parar de adorar.
O Teu infinito amor me constrange e me leva a adorá-lo!

Carol Berto
Escrevo, logo existo!

Depender de Deus


Eu não dependo de pessoas
Eu não dependo de respostas
Eu não dependo de dinheiro
Eu não dependo de prazeres
Eu dependo é do Senhor!

Carol Berto,
Escrevo, logo existo!

Salmos


Louvai ao SENHOR, porque Ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.
AquEle que guiou o seu povo pelo deserto; porque a sua benignidade dura para sempre;
(Salmos 136: 1 e 16)

Eu o louvarei eternamente porque Ele é fiel, não muda e a Sua bondade é eterna!

Preciso do lugar onde o Pai está
Lá eu silencio e sou ouvida
Choro e sou consolada
Confesso pecados e recebo a graça
Me arrependo e sou perdoada
Revelo quem sou e sou amada
Exponho fraquezas e sou fortalecida
Me sinto só e sou abraçada
Me humilho e sou exaltada!

Carol Berto,
Escrevo, logo existo!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Não desistir não é o mesmo que perseverar

Porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa.
(Hebreus 10:36)


Na semana retrasada, por conta de uma dor emocional; gerada por uma situação na minha vida, fui ministrada por Deus sobre perseverar.

Questionei.

Porque sempre acreditei ser perseverante nesta situação e entendi que não.

Foi duro!

Porque tenho buscado a Deus por isso a mais de um ano e então precisou acontecer algo 'ainda pior' pra que eu pudesse entender que todo este tempo eu apenas não desisti, mas não perseverei.


De certa forma não entendia as verdades "por trás" destas duas palavras.

Tão parecidas, porém 'enganadoras.'

E entendi que seria bom compartilhar.

Entendi que não desistir não significa necessariamente perseverar.

Mas perseverar sim, significa não desistir também.

Acrescento até. Perseverar é também não abrir mão!


Não desistir, é vago!

Ex. Eu não desisto. Mas também não insisto, não corro atrás, não luto, não persevero e espero acontecer e quando acontecer.

Perseverar vai além.

Perseverar, hoje, pra mim, é lutar até que aquilo aconteça.


Em uma guerra, por exemplo, devemos perseverar nas batalhas, até ganhar toda a guerra.

Não desistir, é não arriscar tanto, não lutar tanto, mas esperar ganhar a guerra, sem necessariamente lutar todas as batalhas.

Perseverar é ser fiel!

Perseverar é acreditar, é seguir em frente, é não parar, não desanimar, não baixar a guarda, não olhar pra trás, não recuar.

E não apenas esperar.


Penso que seu eu pudesse dar uma palavra apenas para cada uma; seria:

Não desistir - passivo.

Perseverar - ativo.


Hoje, apenas não desistir pra mim, é saber esperar, mas só esperar.

E dependendo da situação... Esperar só, é muito pouco.

Em alguns casos, é o necessário; sim!

Mas quando se trata de uma guerra, de uma luta, de uma batalha, de uma conquista...

Não se pode apenas esperar.


É preciso agir.

É preciso orAÇÃO.

É preciso profetizar.

É preciso declarar.

É preciso resistir.


Que possamos entender que em muitos casos não desistir apenas, não é o suficiente.

Mas é preciso PERSEVERAR!


Carol Berto

Escrevo, logo existo!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Minha esperança está em Ti


- Para ler ouvindo: Confiarei (Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul) -


"Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós."
(1Pedro 5:7)

Hoje, de manhã, ao conversar com uma amiga ao telefone, ouvindo sua história e suas ansiedades, lembrei desta palavra e disse a ela.
Algumas horas depois, no restaurante, no horário do meu almoço, enquanto colocava minha comida, lembrei, aceitei e entendi que esta mesma palavra servia para mim também.
No momento que tenho vivido e mais especificamente para hoje, por conta de algumas coisas que esperava, queria e gerei expectativas.

Entendo que não preciso de pessoas, de ações, de gestos, de atitudes, de palavras, de sentimentos, de emoções.
E nem dependo disso para prosseguir, perseverar e acreditar em determinadas coisas.
Eu preciso e dependo apenas de Deus.
Preciso da Tua verdade na minha vida.
Preciso da Tua palavra.
Preciso da Tua paz.

E estas coisas não vem a mim por atitudes, palavras ou gestos meus e/ou de qualquer outra pessoa.
Isso não vem com respostas positivas de alguém e/ou sobre algo.
Isso vem do Senhor!
Da confiança que eu deposito nEle todos os dias ou não.
E para isso... Até pra confiar nEle e depositar toda minha confiança e lançar a minha ansiedade sobre Ele, também preciso dEle.
Preciso pedir pra que Ele me dê.
Preciso que Ele me encoraje para fazer.

Eu pedi.
Eu quero.
É desta forma que quero me posicionar todos os dias.
É assim que quero ser.
Porque creio de todo o meu coração e com todo o meu entendimento que porque dEle, por Ele e pra Ele são todas as coisas e assim também será a minha vida e todo os meus planos, sonhos, desejos e projetos.

E quando fazemos isto; quando lançamos tudo que queremos, o que desejamos e o que achamos que precisamos diante dEle, nos entregamos a Ele.
Estamos, não menos, que nos lançando diante dEle.

E eu não duvido, que aqueles que crerem, terão prazer em saber que o Senhor tem cuidado de nós!
De forma especial!

Carol Berto.
Escrevo, logo existo!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Cura

Estarei longe, tão longe que não se possa enxergar a olhos nu.
Não sei bem onde, mas sei que estarei longe.
Será preciso reaprender algumas coisas.
Uma criança de seis anos de idade não consegue mais engatinhar.
É necessário reaprender.
E isso demanda tempo e esforço.
Não sei por quanto tempo estarei fora, mas sei que não será pra sempre.
Nem a vida é pra sempre.
Imagine uma ausência!
Tantas percas!
Tanta gente!
Tantas dores!
Tantas conversa!
Tantas promessas!
Tantas ideias!
Tantos planos!
Tantos sentimentos!
Tantas brigas!
Tantos desejos!
Tanta intimidade!
Tanta raiva!
Tanto medo!
Tanta recusa!
Tanta decepção!
Tanta frustração!
Tanta desilusão!
Tanto egoísmo!
Tanto desprezo!
Tanta humilhação!
Tantas verdades!
Tanto histórias!
Tantas risadas!
Tantos filmes!
Tantas pizzas!
Tantas fotos!
Tantos carinhos!
Tantas carícias!
Tantas músicas!
Tantas cartas!
Tantos abraços!
Tantos beijos!
Tanto amigos!
Tanto amor!
Um fruto!
O fruto!
Não é rápido. Leva tempo.
Não sei quanto, mas eu volto!
Mais firme!
Mais madura!
Mais decidida!
Mais em paz!
Mais amante!
Mais amada!
Em algumas batalhas não lutamos com armas que só podem ferir o corpo.
Mas com atitudes e verdades que ferem a alma e penetram o espírito.
De onde sai a transformação e de onde experimentamos o fruto.
É chegado a hora!

Carol Barbosa,
Escrevo, logo existo!

*Em tempo de maior dor. A que não se pode curar de forma natural.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Coração enganoso


Algumas lembranças boas poderiam ser apagadas da nossa mente depois de um tempo (quando a gente já não pudesse mais vivê-las). Porque pra que elas servem depois? Pra lembrarmos de coisas que foram boas, momentos que fomos felizes, mas já passou e a gente nem sequer pode viver novamente? Nem algo que seja parecido.
Ainda mais quando trocamos estes momentos, por um prato de lentilhas, ou um simples capricho, ou por um surto, por engano, ou por uma idealização.
-Peraí! Não me avisaram antes que não daria certo!
-Calma! Nem passou tanto tempo assim... Ainda podemos. Ainda dá tempo!
-Não? Não dá? É! Não dá.
Escolhas são feitas sem a menor razão.
Digo razão no sentido de raciocínio mesmo!
Tomamos tantas atitudes errôneas por conta do nosso coração enganoso.
Mas... Espere! Alguém já havia nos avisado que o nosso coração é enganoso.
Li isso em algum lugar!
Onde foi mesmo?
Ahhh! Talvez tenha sido no indispensável "manual de vida".
Por que será que todas as coisas que eu já li nele ou já ouvi que estavam escritas lá, uma hora ou outra acontecem.
Mas nem sempre temos a oportunidade de utilizá-las mais naquele momento.
Aquele momento.
Aquele. sabe aquele?
Que já passou?
Que eu iniciei tocando nele?
Então...
Se eu posso confessar algo; gostaria de começar dizendo que eu adoraria ter sido mais fiel e obediente a tudo quanto foi escrito lá.
Evitaria muitas coisas.
Não escolheria muita coisas que escolhi.
Não deixaria coisas e nem pessoas irem também.
Mas hoje, preciso entender que não posso permitir que o coração me engane outra vez, já que agora eu entendo e vejo algumas coisas mais nítidas, que antes não via.
E que hoje, depois de tantas escolhas erradas...
Eu possa obedecer e então viver escolhas certas.

Carol Barbosa,
Escrevo, logo existo!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Minha vida sem Deus

Outro dia me surpreendi me perguntando como seria minha vida se eu não acreditasse em Deus. Em termos positivos, quis saber a respeito da função de Deus em minha vida (já sei, você vai dizer que reduzi deus a uma coisa e estabeleci com ele uma relação mecânica e funcional, mas deixa pra lá, você vai ver que não é isso, só estou usando a melhor palavra que achei). O primeiro impulso foi na direção da questão ética: Deus é minha matriz de certo e errado, bem e mal. Há muita coisa que faço e deixo de fazer na vida por acreditar que Deus é um padrão a ser seguido ou obedecido, não necessariamente por causa de Deus em si, mas a bem de quem o obedece ou segue: algo como seguir as orientações de um manual de instruções – você pode fazer do seu jeito, mas a coisa não vai funcionar, e o resultado não é que o manual vai ficar triste ou bravo com você, mas que a coisa não vai funcionar mesmo. Logo depois desta conclusão rápida, me pareceu óbvio que Deus não seria a única alternativa para que eu tivesse uma orientação ética: os ateus e agnósticos também têm sua ética. O passo seguinte foi imaginar que outra função Deus ocuparia em minha vida além da referência ética.

Provavelmente você afirmaria o óbvio: Deus é aquele que cuida de mim, me protege, provê para o meu bem e minha felicidade. Embora eu acredite nisso, na verdade, não me basta, pois a vida está cheia de acontecimentos que me induziriam a acreditar exatamente o contrário. Caso eu dissesse a um cético que Deus é como um pai, mas um pai todo-poderoso que cuida de mim, certamente eu seria bombardeado de perguntas. Como disse Robert De Niro: “Se Deus existe, ele tem muito o que explicar”. Além disso, estar sob o cuidado de um superprotetor não é a razão porque acredito em Deus: de fato, abro mão de ser protegido – minha solidariedade com a raça humana não me permite esperar melhor sorte do que a das crianças abandonadas, dos enfermos crônicos, dos miseráveis e vitimados pelas atrocidades dos maus. Ou Deus protege todo mundo, ou a proteção não serve como fundamento para a crença nele. A idéia de um ser lá em cima fazendo e acontecendo aqui em baixo, como um mestre enxadrista que faz dos seres humanos peças num tabuleiro cósmico nunca me agradou. Mas mesmo assim, acredito nisso: sou daqueles que acredita que Deus está no controle do universo e da história. O que quero dizer é que não acredito em deus como se as coisas que acontecem ou deixam de acontecer fossem resultado de decisões divinas, do tipo: vou dar este emprego pra ele? vou curar esta criança? vou dar este câncer de mama para ela? vou fazer com que eles se casem?, e assim por diante, como se Deus fosse uma máquina de decisões que não para nunca e afeta tudo quanto existe em tudo quanto é lugar em relação a todo mundo.
A maneira como percebo Deus é mais ou menos como percebo o sol: ele simplesmente está lá. Acredito em Deus mais ou menos assim: Deus está, ou se preferir, Deus é. Assim como o sol irradia seu calor sem cessar, também Deus afeta tudo em todo lugar em relação a todo mundo. O sol não precisa tomar decisões: ele simplesmente está lá. Assim também em relação a Deus.
É verdade que nem todas as pessoas e nem todos os lugares são afetados pelo sol, e também que as pessoas e lugares que são afetados pelo sol experimentam o sol de maneira diferente e com conseqüências as mais variadas. Mas não por causa do sol. O sol está sempre lá e é sempre do mesmo jeito. O que muda é a realidade sobre a qual o sol incide: se a pessoa está à sombra é afetada de um jeito, se está descoberta é afetada de outro; o fruto do topo da árvore é afetado de um jeito, escondido entre as folhas, de outra; a água do lago é afetada de um jeito, empoçada, de outro; uma planta em boa terra e irrigada é afetada de um jeito, em solo ruim e seca, de outro. O sol está sempre lá e do mesmo jeito, aqui embaixo é que as coisas são diferentes.
Assim também em relação a Deus. Ele é, e sempre do mesmo jeito, as condições que lhe são dadas é que mudam: uma criança sozinha na rua e outra num ambiente familiar de afeto e amor; um homem que aproveitou bem suas oportunidades de estudo e formação profissional e outro que não teve a mesma sorte; alguém com uma doença congênita e outra pessoa com propensão atlética; a periferia do Haiti e o condomínio na Califórnia. Deus é, e sempre o mesmo, fluindo de maneira plena e equânime sobre tudo e todos, em todo tempo e lugar. As realidades sob sua influência é que são distintas. Por esta razão as conseqüências de sua influência são diversas e jamais podem ser padronizadas.
Já imagino o que você está pensando. Você acha que acabei de tirar a dimensão pessoal de Deus, e passei a tratar Deus como uma força ou uma energia. Faz sentido, mas tenho uma saída. A diferença entre Deus e uma força ou energia é que as forças e energias não afetam dimensões pessoais. Por exemplo, não é possível prescrever 30 minutos de banho de sol para adquirir capacidade de perdoar, 20 minutos de banho de chuva para se livrar do vício de mentir, ou 45 minutos de banho de luz para se encher de compaixão. Essas coisas: amor, perdão, misericórdia, justiça, solidariedade, pureza de coração, alegria e saudades são atributos pessoais, relativos a seres conscientes, auto-conscientes, com capacidades afetivas-emocionais, intelectuais e racionais, e volitivas. Por esta razão, o sol é apenas uma metáfora – incompleta, como toda metáfora – para Deus.
Deus não é uma energia ou uma força impessoal, mas o Ser–em–Si, fundamento pessoal de toda a realidade existente. Como disse São Paulo, apóstolo: em Deus somos, nos movemos e existimos.
Dallas Willard me ajudou muito a compreender isso quando afirmou que a principal maneira como somos afetados por Deus é através de “pensamentos e sentimentos que são nossos, mas não tiveram origem em nós”. Esta é minha experiência de Deus. Continuo acreditando que Deus está no controle de tudo, é livre para tomar decisões e afetar a realidade conforme sua vontade, cuida de mim e de todo mundo, faz e acontece na história e nas minhas circunstâncias, dispões de pessoas para a vida e para a morte, e o que mais você quiser ou considerar necessário atribuir como capacidade e direito a alguém que seja chamado Deus, afinal, por definição, Deus é incondicionado e ilimitado. Mas todas estas coisas atribuídas a Deus me são imponderáveis e inacessíveis. O que me afeta de fato é que crendo em Deus e conscientemente me submetendo a Ele, experimento pensamentos e sentimentos que são meus, mas não têm origem em mim. Sou levado a um estado de ser ao qual jamais conseguiria chegar sozinho. Deus é meu interlocutor amoroso. Deus é meu companheiro de viagem.
O que acontece fora de mim, se Deus faz ou deixa de fazer, se foi ele quem fez ou deixou de fazer, não me diz respeito, minha razão não alcança, e, portanto, não é objeto de minha preocupação para caminhar pela vida. Mas o que acontece dentro de mim, isso sim, é tudo quanto eu tenho e me basta. Tudo quanto tenho para orientar a minha peregrinação existencial são sentimentos e pensamentos que são meus, muitos deles que não tiveram origem em mim. Isso é questão de fé. E essa é a minha fé: estou sob Deus, suplicante e humildemente dependente de seu amor para me tornar tudo quanto estou destinado a ser, independente do que me possa acontecer.
A mim me basta saber que em pastos verdejantes às margens de águas puras e cristalinas, ou no vale da sombra da morte, nada preciso temer, pois Deus está comigo, refrigerando-me a alma, guindo-me pelos caminhos da justiça por amor do seu nome. A mim me basta saber que se Deus é por mim, ninguém pode ser contra mim, pois nada pode me separar do amor de Cristo: nem tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada, pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Não sei como seria minha vida se eu não acreditasse em Deus. Muito menos se Deus não acreditasse em mim. E nem quero saber.


(Ed René Kivitz)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Senhor, não permita que eu perca a visão.
Antes que isto possa acontecer me chame pelo nome e me ensine por onde é o caminho.
Eu andarei por ele!
Porque eu pertenço a Ti!

Carol Berto,
Escrevo, logo existo!

domingo, 24 de abril de 2011

Páscoa

Para os cristãos a Páscoa significa Vida!
Vida que nos foi dada por Aquele que morreu por nós, mas ressuscitou ao terceiro dia e nos trouxe vida e vida com abundância!
Por isso hoje, somos comprometidos com o Pai, pela graça que o Filho, nos concedeu na cruz!
G
raça porque não merecíamos.
Então...
Feliz Páscoa!
Feliz Ressurreição!
Feliz Vida a todos!




Carol Berto,


Escrevo, logo existo!

sábado, 29 de maio de 2010

O amor de Jesus



Ouvi algo no seminário que senti muita vontade de compartilhar.
-Sobre o amor de Jesus por nós. -

Nós, Cristãos, sabemos que Ele nos ama, mas não entendemos – muitas vezes- como é grande esse amor e o quanto esse amor fez e faz toda a diferença nas nossas vidas.
Porque pode parecer repetitivo, mas eu não me importo de repetir quantas vezes forem necessárias.
Se não fosse por Ele, nós não estaríamos aqui hoje.
E algo que me chamou muita atenção no que o professor disse (e que talvez eu já tenho ouvido antes, mas nunca atentei para essa verdade da forma como aconteceu desta vez), foi que Jesus poderia ter escolhido não ser quem Ele é.
Ele poderia não ter vindo em carne, como homem ao mundo.
Ele poderia não ter sido o homem humilde que foi.
Ele poderia não ter aceitado tanta humilhação.
Ele poderia ter escolhido pecar.
Ele poderia ter escolhido não sentir tanta dor como sentiu.
O que é muito difícil entendermos, é que Ele era Deus, sim. Mas Ele veio ao mundo em carne e estava sujeito aos mesmos pecados que nós.

Quando Satanás tentou a Ele no deserto, foi porque sabia que Ele estava em carne e se estava em carne poderia - se quisesse - pecar.

Mas Ele não o fez. Ele não pecou, Ele obedeceu ao Pai, Ele nos amou.
E se nós, ainda achamos que era fácil pra Ele porque era Deus, saiba que nesse momento anulamos todo sacrifício que Ele fez por nós.




Carol Berto,


filha do Verbo!

sábado, 15 de maio de 2010

Comprometidos com a graça.

Repensando o tempo que tenho no meio eclesiástico, o tempo que estive fora dele e o tempo que tenho de volta, atento para a diversidade de pessoas que também fazem parte deste grupo.
Algumas comprometidas com Deus, pela graça; algumas nem tanto e outras nada.
Imagino o quanto deve ser cansativo para algumas pessoas vivem anos na igreja, congregando, ouvindo a palavra de Deus que é a Verdade, participando de ministérios e até sendo visitadas pelo Espírito Santo algumas vezes, mas vivendo o mesmo estilo de vida que vivia antes, sem nenhuma novidade de vida, sem nascer de novo ou sem experiências que as aproximam de Deus e da sua vontade.
A palavra de Deus nos mostra que Ele tem interesse em nos abençoar muito mais do que pedimos ou pensamos. Nos fala sobre os dons do Espírito Santo e nos orienta a pedi-los, que uma vez dado, nos trás uma mudança de vida.
E o que acontece com alguns cristãos? - Ouso perguntar com a maioria de nós.
Cremos que Deus é justo e que Ele tem cuidado de nós, mas nos acomodamos em viver a nossa vida, achando que ir aos cultos 2 ou 3 vezes na semana, fazer parte de um ministério é viver o Evangelho.
Não é esse evangelho que a bíblia nos mostra e que Deus proporciona a quem se compromete com Ele pela graça de Jesus.
Viver um evangelho pleno é verdadeiramente – apesar de parecer redundante – morrer pra nós mesmos. Pra nossas vontades, querer, desejos, intenções do mal e tantas outras coisas que nos afastam ou simplesmente não nos aproximam de Jesus.
Viver um evangelho pleno é viver a vida abundante que o Senhor nos oferece através da sua palavra.


Carol Berto,

filha do Verbo.

domingo, 11 de abril de 2010



Deus tem cuidado de nós.

Carol Berto,
filha do Verbo.

quarta-feira, 24 de março de 2010



Porque ao invés de perdermos tempo apontando quem vai ou não para o céu,

não ensinamos o caminho da Graça de Deus em Cristo em amor, paz e com a alegria que o Espirito Santo nos dá?!





Carol Berto,


filha do Verbo.

quarta-feira, 17 de março de 2010

no seminário Semeador



"Fé (muitas vezes) é obedecer sem entender.

Os atos de obediência encurtam a distância entre o milagre (que você espera)."



filha do verbo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Lucas 19:20


Escrevo, logo existo!