segunda-feira, 27 de junho de 2011

Felicidade gera Felicidade


Não quero que achem que estou julgando pessoas que não se arriscam, não tentam, não se permitem, enfim.
Não é um julgamento. Ou pelo menos não era a minha intenção inicial.
Até porque de fato é mais fácil não amar, não perdoar, não tentar novamente, não experimentar, não lutar.
Quando não se ama, não sofre.
Quando não perdoamos, nos defendemos.
Quando não tentamos, não nos frustramos.
Quando não experimentamos, não nos decepcionamos.
Quando não lutamos, não perdemos.
Mas quando não amamos por medo de sofrer, não perdoamos ou não lutamos para não perdermos, também não vivemos.
Quando não amamos e não perdoamos nos tornamos pessoas solitárias.
Quando não experimentamos e não tentamos não temos experiências, que produzem conhecimento; que gera amadurecimento.
Quando não lutamos, para não perdermos, também não nos damos o direito de ganhar.
Quando fazemos isto, nos polpamos de sofrimentos e lágrimas, mas nos impedimos da alegria e do sorriso.
Entendo que muitos preferem viver na sua Zona de conforto, porque evitam conflitos e dores.
Mas e o conflito e dor de saber que poderia ter tentado, arriscado ou lutado?
Quando em muitos casos já é tarde.
Talvez seja mais fácil amar.
Se doar.
Perdoar.
Tentar.
Vamos exigir perfeição de nós mesmos e dos outros até quando?
Ainda não ficou claro que isso não existe?
Vamos fugir de alguns problemas até quando?
Porque enquanto você corre de um, dá de cara com outro.
Ninguém fica livre de um problema se não encará-lo da maneira como deve.
Ninguém deveria trocar de relacionamento pra fugir de problemas, porque na verdade você só vai trocar de problema.
Ninguém te fará bem e será bom o tempo inteiro.
Nem você mesmo.
Algumas pequenas coisas já são o suficiente.
Acredito que as pessoas devem abrir mão de alguns defeitos aqui, outro ali que a prejudicam em seus relacionamentos ao longo da vida.
Mas talvez devêssemos apostar mais em um crescimento mútuo.
Talvez devêssemos nos preocupar mais com a mudança interna, do que com a externa.
Talvez devêssemos, pensar menos em ser felizes; nos dedicarmos a fazer alguém feliz e permitir que alguém nos faça feliz!
Afinal, Gentileza não gera gentileza?
Felicidade também gera felicidade!

Carol Barbosa.
Escrevo, logo existo!









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